Chove muito nesta tarde, nesta cidade.
Palavras inteiras em frases-metade,
Perguntas infindas porque nunca respondidas,
E eu aqui, molhada de chuva,
Cheia de temporais na alma.
Tornados, ciclones, tufões...
O corpo ali parado, inerte,
Aguardando que completes as frases,
Perturbadoras frases-perguntas,
Tudo sem resposta,
Tudo incompleto.
E eu chovendo toda chuva do mundo.
Fossem somente as perguntas...
Não são.
São cartas, e-mails, recados, telefonemas.
Tudo sem resposta, tudo em metades,
Nada inteiro...
Nem meu coração...
terça-feira, 26 de junho de 2007
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