Diga-me,
e a desventura das horas na agonia dos que amam, dos que adoram, que odeiam, choram, gargalham, sofrem e riem?
E a compulsão dos loucos em tentar segurar suas próprias compulsões?
E os sonhos da infância..? Principalmente estes... onde estão que não posso recordar nem voltar a sonhar...
Diga-me,
daquele sentir de tudo a respeito que repentinamente não é mais o mesmo, das muitas besteiras, da muita tolice...
Daquela risada solta, pranto sentido, abraço apertado.
Fale de tudo mas não fale de saudade que dela sei um oceano, não fale de tempo que para os que amam ele sempre existe.
sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário