Hoje acordei com fome. Não essa fome de comer alimentos materiais. Uma fome da alma, fome sem fim, fome de mim.
Uma fome de afeto, fome de órfã, fome de paz, fome de vida.
Uma fome persistente, insistente, devastadora.
Hoje acordei com fome de carinho, de colo, de gente de verdade, fome de confiança, de ser criança pequena.
Hoje acordei com a alma roncando, gritando, berrando querendo voltar para casa...
Acordei sem saber onde estou e com este corpo incomodando, aprisionando minha alma e minha paz.
Saudade de mim...
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007
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