quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007

Meu Guri

Era uma tarde de março quando anunciaram que ele vinha.
Uma tarde tão cheia de luz que ofuscava os desavisados.
Uma tarde quente como o são as grandes paixões.
Urgia que convocasse os serafins com suas seis asas.
Os querubins com suas espadas flamejantes a guardar a árvore da vida.
Melhor convocar a todos que do bem fossem.
Tínhamos que preparar a chegada.
Fez-se alado para chegar...
Chegou com os guardiões ao seu redor.
Chegou cheio de luz, de amor.
No primeiro olhar eu lhe reconheci do sempre.
Entendi da vida como se fosse onividente.
De tudo sei dizer que eterno em mim será este guri...
Guardião de minha felicidade e razão.

Um comentário:

Karin disse...

Bem... participei de certa forma dessa alegria, desse acontecimento único. Que posso dizer eu dessa breve passagem em minha vida? Desse pouco contato, mas infinito sentimento de alegria? Tudo passa, tudo se renova... Mas em algum momento poderemos resgatar tudo o que imaginamos e o que nem pensamos. Sou feliz por isto!
Beijos mil!!!